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Olá! Meu nome é Fabiane, tenho 26 anos,sou casada, loira, tenho 1.64m, 52 quilos, me considero uma mulher atraente.
Casei bastante cedo, tinha 18 anos, apesar de algumas pessoas me dizerem para aproveitar um pouco mais a vida. Mas, sabe como é, mulher quando se apaixona, quer logo estar "grudada".
Os quatro primeiros anos foi tudo uma maravilha, saíamos para dançar, viajar, e nossa vida íntima era uma maravilha. Mas, aos poucos, as coisas foram esfriando. Festas, lá de vez em quando, viagens sempre as mesmas, e sexo era coisa rara.
Minhas amigas e colegas de trabalho começaram a notar que aos poucos meu humor estava alterando. Antes eu que era sorridente, ficava longos períodos desanimada, quando começavam a falar de sexo eu desconversava e dizia que tinha muitas coisas para fazer.
Um dia chegou um colega novo no trabalho, um deus grego! Moreno, com um corpo muito gostoso, um rosto lindo e extremamente simpático. Mas eu, como era casada, não dava muita confiança. Aos poucos ele foi se chegando, conversávamos sobre muitas coisas.
Todo o dia ele me elogiava, falava que tal calça tinha ficado muito bonita, que a blusa que eu estava usando era muito sensual, etc. Certo dia ele disse que a calça que eu estava usando tinha deixado minha bunda uma delícia e que meu marido era um sortudo de ver tudo aquilo todo o dia. Fiquei vermelha de vergonha, mas adorei o elogio e fiquei muito excitada com aquilo, afinal, meu marido nem mais me notava ou fazia qualquer elogio. Comecei a ir trabalhar com roupas cada vez mais provocantes, e adorava as coisas que ele me dizia, que a cada dia ficavam mais apimentadas.
No final do ano, como em toda empresa, tínhamos combinado uma festa. Eu tinha dito que não iria, pois meu marido não gostava muito das nossas festas, pois, sempre acabava ficando de lado, uma vez que acabávamos falando de trabalho. Mas, dois dias antes da festa meu marido acabou tendo que viajar para resolver alguns problemas da empresa dele e ficaria cinco dias fora. No dia da festa, com peso na consciência, acabei indo, pois estava muito entediada e não tirava da cabeça os elogios do meu colega. Coloquei um vestidinho curtinho, pretinho, que deixavam meu corpo bem marcado.
Chegando lá, meus colegas me olharam com de uma forma que nunca tinha acontecido antes, brincavam dizendo que se meu marido me pegasse vestida daquele jeito quando eu chegasse em casa ele, certamente, me deixaria morta de cansada depois de tanto sexo. Mal sabiam eles que estava sozinha.
Meu colega se aproximou de mim e falou baixinho, para que ninguém ouvisse: "Nossa! Você está uma delícia! Se você não fosse casada eu te levaria agora mesmo daqui e te devoraria!". Dei um sorriso safadinho pra ele e respondi: "Gostou? Estou usando isso pra você. Talvez eu posso te mostrar mais..."
Depois disso, ele enlouqueceu, dançávamos e brincávamos sem dar muita bandeira. Numa das músicas, encostei no ouvido dele e disse:" Vou até o banheiro e volto com uma surpresinha". Quando retornei, pedi para que sentássemos um pouco, pois, estava cansada. Tinha escrito um bilhete e entreguei enquanto caminhávamos para a mesa, dizia: "Olha por baixo da mesa". Ele deixou cair o celular no chão e se abaixou para olhar, então viu minha bucetinha, completamente lisinha à mostra. Quando ele sentou de novo eu disse: "Estou cansada, preciso ir para casa". Ele entendeu que era uma indireta e disse que também iria para casa. Para não dar bandeira pedi para uma colega me acompanhar até o carro. Saí dali e parei num posto que havia logo adiante do lugar da festa. Ele parou em seguida e veio falar comigo: "Eu entendi direito? Não quero fazer nenhuma bobagem". Eu respondi: "Mas eu quero fazer todas e mais um pouco". Dali fomos para um motel.
Chegando lá, entramos no quarto, eu complemente nervosa, pois estava com um sentimento de culpa, mas ele logo começou e me beijar e passar a mão pelo meu corpo inteirinho. Então me entreguei àquele momento.
Ele me pegou de costas e começou a beijar meu pescoço, enquanto roçava seu pau na minha bunda. Senti que era maior que o do meu marido. Ele tirou meu vestido e começou a alisar minha bucetinha que já estava sem calcinha, tirou o sutien e alisou meus peitinhos, começou a me beijar todinha.
Logo, ele me virou e eu comecei a tirar sua roupa, peça por peça. Quando cheguei na cueca, comecei a passar a língua em seu pau, que estava muito duro. Aos poucos fui tirando com a boca, até saltar aquela coisa deliciosa. Era grande, mas fiquei impressionada com a grossura, não tive dúvidas e abocanhei, mal cabia na minha boca, mas estava delicioso.
Ele me deitou na cama e começou a chupar minha bucetinha, me levando às nuvens. Então, vagarosamente foi subindo até que seu pau encaixou na entrada da minha bucetinha, ele foi lentamente enfiando aquele cacete grosso, enquanto eu delirava, pois nunca tinha sentido uma coisa daquelas me penetrando. Ele metia forte e eu gemia alto, pedindo para que comesse a sua putinha.
Ele ficou mais tarado ainda quando eu disse isso. Pediu para que eu ficasse de quatrinho. Logo atendi. Aquela vara gostosa me arrebentando toda a bucetinha e eu pedindo mais. Não aguentei e gozei feito uma cadela no cio! Ele tirou seu pau de dentro da minha bucetinha e começou a forçar a entrada da minha bundinha. Doía muito, mas eu estava tão enlouquecida e fazia tanto tempo que não sentia um pau me comendo que não pude negar. Aos poucos ele foi enfiando seu pau grosso no meu cuzinho enquanto eu gemia de dor e prazer. Aos poucos fui me acostumando e ele enfiando cada vez mais rápido. Ele dizia que meu cuzinho era uma delícia, que nunca tinha fudido um rabinho tão gostoso, comecei a rebolar como uma puta, pois aquelas obscenidades todas me davam mais tesão, depois de um tempo senti um líquido quente escorrendo dentro do meu rabinho. Meu macho tinha gozado. Achei que teria um tempinho para me recuperar.
Ele então deitou ao meu lado e pediu para que eu sentasse no seu cacete. Atendi o seu pedido e fiquei cavalgando no pau dele, logo não resisti e gozei outra vez, enquanto ele enfiava aquele lindo cacete na minha bucetinha. Ele começou a gemer e mandou que eu ficasse sentada, tirou o pau da minha xoxotinha e enfiou na minha boca, logo senti o seu gozo na minha garganta, e não consegui deixar sair, acabei engolindo todo o leitinho dele. Depois disso ficamos deitados um pouco nos recuperando, nos arrumamos e fomos pegar nossos carros. Quando abri a porta do carro ele entrou do outro lado e disse que queria dar uma metidinha de boa noite. Baixei minha calcinha e fiquei de ladinho, ele logo enfiou seu pau outra vez na minha xoxotinha e me comeu ali mesmo. Me chamava de putinha, que queria ver a cadelinha dele gozar outra vez, não aguentei muito tempo e comecei a lambuzar ele com o melzinho da minha bucetinha. logo depois ele encheu minha bucetinha de leite. Então nos recompomos, nos beijamos ardentemente e nos despedimos.
Depois disso, passei a ter um caso com ele, saíamos no horário do almoço para uma "comidinha especial" como ele dizia. Ficamos quase um ano como amantes. Hoje, somos apenas amigos, mas, às vezes, ainda vamos para a nossa "comidinha especial". Continuo casada, meu marido nem sonha que dou minhas escapadinhas, com o colega de trabalho ou algum outro amigo.


Me chamo Izabelle, sou universitária de psicologia, tenho 19 anos, loira, olhos castanhos claros, 1,60 e 55kg. Sou o que se chama de falsa magra, tenho o bumbum redondinho, seios grandes.
Namoro faz 4 anos com o Edu, ele tem 25 anos e foi meu primeiro namorado e com ele que transei pela primeira vez. Nossas transas nunca foram arrasadoras como ouvia minhas amigas contares, mas era apaixonada por ele então me contentava.
Com o passar do tempo descobri a masturbação e conseguia me dar o prazer que nem sempre ele me dava. Me toco com frequência e adoro brincar com o chuveirinho no banho. Adoro sexo, se fico sem fico estressada e o chuveirinho me salva sempre rsrsrs
Meu namoro estava ficando cada vez mais frio, a gente parecia q transava por obrigação, necessidade e nem sempre era muito legal.
Nesse tempo comecei a me aproximar de um amigo do Edu, o Gustavo, na verdade era mais amigo do meu cunhado, ele já tinha 35 anos, lindo, tinha acabado um noivado recentemente e comecei a me abrir com ele sobre os problemas do meu namoro, ele era super atencioso, bem humorado, me sentia bem na companhia dele.
 
Conforme fomos ficando mais íntimos comecei a falar sobre a minha vida sexual com o Edu (ou falta dela) ele dizia que o Edu era louco e que ia acabar me perdendo, que eu ia acabar achando na rua o que não tinha em casa. Achei estranho porque nunca tinha pensado na possibilidade de trair meu namorado.
Um dia tava com o tesão nas alturas e ele me manda uma mensagem no celular perguntando como eu estava e começamos a conversar, falei que estava com muito tesão e estava esperando o Edu, ele riu e disse que a noite ia ser boa então. Eu disse que se não fosse um banho e um bom chuveirinho ia resolver meu problema. Ai ele diz…
- chuveirinho, é? Fala mais sobre isso kkkk
Não acreditei que tinha falado aquilo, devia tá doida de tesão mesmo e tentei desconversar, mas ele insistiu e falou que eramos amigos e não tinha pra que ter vergonha de falar.
Então disse pra ele que me masturbava com frequência usando o chuveirinho e ele perguntou se eu conseguia gozar gostoso, disse que sim. Ele falou que devia ser uma cena linda de se ver. Nisso ele ia sair e me desejou boa sorte na noite e que amanhã contasse quem me salvou o Edu ou chuveirinho rsrsrsrs
Fui encontrar meu namorado e acabamos transando, eu tava mais louca de tesão ainda depois da conversa que quando o Edu colocou a mão na minha bucetinha já tava molhadinha, ele ficou brincando ali um pouquinho e depois meteu, nossa não demorou muito e eu já tava gozando ele até estranhou.
Fomos dormir, pois no outro dia o Edu ia viajar a trabalho e ficar 15 dias fora.
Nesses 15 dias já fiquei subindo pelas paredes. Encontrei Gustavo algumas vezes, mas nos falávamos quase todo dia por mensagem ou telefone e em um desses dias ele disse que precisava me confessar uma coisa, perguntei o que era e ele disse que não conseguia mais entrar no banho, olhar o chuveirinho e não lembrar de mim. Fiquei sem graça, mas rimos.
Edu estava voltando de viagem e combinamos de nos encontrar naquela noite.
Era sexta feira, cheguei em casa, tomei um belo banho, passei um creme bem cheiroso e coloquei um vestido preto, não muito curto nem justo, mas todo decotado nas costas, um salto alto, maquiagem, kit completo. Confesso que tava bem atraente.
Quando to toda preparada Edu me liga dizendo que chegou, mas não ia poder me ver que tinha que fazer não sei o que pra mãe, uma história super enrolada, fiquei puta da vida e desliguei na cara dele. Tava com muita raiva e já ia me trocar quando mandei uma msg pro Gustavo dizendo que tinha levado um bolo do Edu. Não demorou um minuto ele me liga e fala pra eu esperar que ele tava passando pra me pegar pra dar uma volta pra eu me distrair.
Passados uns 30 minutos ele chega, quando me viu toda produzida ficou paralisado um tempo, perguntei o que era e ele disse que eu estava incrível e que o Edu era muito moleque e não merecia. Como eu estava muito pra baixo e começou uma super chuva acabamos indo pra casa dele, ele mora só.
Chegando lá colocou um DVD pra tocar, pegou um vinho e começamos a beber e conversar coisas banais pra me descontrair. Taça vai e taça vem eu comecei a ficar meio altinha, pois sou fraca com bebida. O vinho, o som, a chuva a sala mais pra meia luz começou a deixar um clima excitante e comecei a reparar como o Gustavo tava bonito, tinha um sorriso que era de matar e tava me olhando diferente e aquilo fez subir um calor pelo meu corpo.
Ele sentado do meu lado no sofá foi colocar a taça na mesinha de centro e meio q se debruçou sobre meu corpo e nisso acabou me beijando. Que beijo!!! Delicioso, quente, mas devagar, curtindo cada segundo, segurando meus cabelos, ai para e olha nos meus olhos pra ver se eu vou esboçar alguma reação, olho pra ele, mordo os lábios e ele volta a me beijar já me deitando no sofá.
Vai me beijando, beijando o pescoço enquanto sua mão passeia pelas minhas coxas. Nessa hora não pensava mais em nada, queria ser dele. Então ele diz no meu ouvido:
- Como eu quero você, como eu sempre quis você. Hoje vou te dar a noite que você merece!
Nossa fiquei doida ouvindo aquilo. Ele abaixou a alça do meu vestido deixando meus seios de fora e foi beijando, passava a língua, nisso eu já gemia. A mão dele foi subindo na minha coxa até que encontrou minha calcinha, quando ele tocou o dedo por cima dela parecia que tinha levado um choque, abri mais as pernas pra facilitar, fiquei uma perna em cima do sofá e outra no chão e ele no meio, até que ele afasta a calcinha pro lado e começa a brincar na minha bucetinha que já tava molhada. Ele diz:
- Uau, molhadinha que delícia. Eu que adoro ouvir besteiras cama!
Ele massageava meu grelinho enquanto chupava os seios, beijava minha boca, eu estava muito excitada e já na fazia questão de esconder. Ele percebendo, desceu, se ajoelhou no chão bem no meio das minhas pernas e foi beijando, da panturrilha, subindo, pelas coxas, passava a língua, dava beijinhos por cima da calcinha, olhando pra mim, puxou de novo a calcinha pro lado e fala
- nossa que linda
E vem com aquela língua maravilhosa, nossa como chupava gostoso, nunca que o Edu tinha me chupado daquele jeito. Mamava no meu grelinho, dava mordidinhas, enfiava a língua na minha bucetinha e não demorou muito e eu estava gozando na língua do Gustavo. Que delicia, fui no céu e voltei!!! E ele ainda ficou ali aproveitando cada centímetro da minha bucetinha.
De repente ele para, levanta, me pega no colo e me leva para o quarto dele. Chegando lá nos beijamos de novo e ele no meu ouvido
- gozou gostoso??
Eu falei: -demais!
E ele me diz: - ah, é? Que bom que foi só o começo, hoje a noite é sua.
Tirou meu vestido e fiquei só de calcinha, me deitou na cama, enquanto me beijava tirei sua camisa, desabotoei a calça, ele me chupou minha bucetinha mais um pouco e disse que queria ela bem molhadinha, tirou a calça e cueca e pude ver aquela rola que era linda. Ele veio por cima e ficou passando a cabeça no meu grelinho, enfiava a cabecinha e tirava, me torturando e eu não aguentando mais falo
- me fode Gu
Nossa os olhos dele brilharam, o sorriso foi de orelha a orelha. Ele fala
- você quer?, pede que o Gu dá
Falo com uma voz manhosa fazendo beicinho
- fode minha bucetinha
Então pude sentir aquela rola gostosa entrando dentro de mim, devagar, sentindo cada centímetro, como era gostoso, como encaixava bem, parecia feita sob medida. Logo ele já começa a meter forte, me beijando na boca.Eu só conseguia falar
- ai que delícia, isso tá gostosoooooo
Ai ele diz: - gostou da minha rola em você??
Eu dizia que sim e ele
- é nela que você vai gozar gostoso hoje.
Nossa ouvir ele dizer essas coisas me enlouquecia e logo eu estava mesmo gozando naquela rola gostosa. Nossa como era bom, dificilmente eu conseguia gozar com meu namorado penetrando. Ele ficou olhando meu rosto enquanto eu gozava e disse que era a coisa mais linda do mundo. Que eu era dele…falava
- agora você é minha, minha Izah, sua bucetinha é minha, você é minha
E eu só conseguia falar “sou” curtindo aquele gozo gostoso. Ele me virou de ladinho e veio por trás e voltou a meter. Apertava meus seios. Ficava falando no meu ouvido o quanto eu era gostosa eu ali entregue naquele vai e vem delicioso e o que já tava bom melhorou quando ele além de meter começou brincar com meu grelinho, nossa que delícia e logo tava gozando de novo, minha bucetinha contraia apertando o pau dele e falava
- goza, goza gostoso pra mim.
Ele saiu de dentro de mim, deitou do meu lado e ficou me dando beijinhos enquanto eu retomava as forças. Pedi pra ficar meio sentado na cama, e sentei no pau dele, engolindo ele todo com a minha bucetinha, ficamos naquele sobe e desce por um tempo até que ele pediu pra esperar. Me tirou do colo dele, levantou, ficou do lado da cama e falou
- vem cá, vira pra mim
Nossa, na hora fiquei de 4 na beirada da cama e ele disse:
- hum assim mesmo, boazinha
E veio por trás de mim e foi colocando a rola na minha buceta. Gente eu adoro dar de 4, é minha posição preferida, quando senti a rola dele entrando soltei um gritinho.Tinha um espelho no outro lado do quarto que ficava de frente pra nós. Ele vendo minha cara diz
- ah é assim que você gosta, é?
E eu falo: - é.
Ele fala: - então pede.
Eu tava enlouquecida, falava
- fode Gu, fode minha bucetinha de 4, fode.
Ele falava: - então diz quem é que te come gostoso, no pau de quem você goza gostoso, fala
Eu falava: - é você Gu, como você me fode gostoso, mete assim vai, quero mais.
E ele começou a meter forte, me segurando pelo cabelo, dava tapas na minha bunda, eu sou branquinha, fiquei toda vermelha depois rsrsrsrs Ele metendo me puxa pra mais perto dele e fica falando no meu ouvido
- goza gostoso pro Gu, goza, deixa meu pau meladinho
Nossa que delícia aquela voz no meu ouvido e só consegui dizer baixinho
- ai eu vou gozaaarrrrrr
Fiquei mole e ele me segurou pra não cair, aquilo era demais. Ele me segurou mas continuou metendo, um pouco mais devagar, mas não parou até me animar de novo. Colocou uma das minhas pernas em cima da cama e falou
- mexe no seu grelinho pra eu ver
Eu comecei a tocar no me grelinho e ele metendo por trás e me olhando pelo espelho e falando
- isso, que linda.
Nossa era muito bom, fechei os olhos e fiquei curtindo aquela sensação até que gozei de novo. Não tava acreditando naquilo. Estava flutuando. Deitei na cama com as pernas penduradas e abertas e chamei ele
- vem aqui vem
Ele diz: - fazer o que?
E eu disse: - foder minha bucetinha.
Ele começou a meter e eu rebolava e ele diz
- nossa assim eu gozo
Dei um sorriso safado, ele começou a meter mais forte, de repente tirou o pau da minha bucetinha e gozou na minha barriga e nos meus seios, e nossa gozou muito!!!
Caiu deitado do meu lado e disse que eu era demais, que ele sempre me quis, mas nem no melhor sonho imaginava que ia ser tão bom. Imagine eu!!! Muito bom ser fodida por um homem de verdade.
Ficamos um pouco na cama conversando e depois fomos tomar um banho, onde ele fodeu gostoso de novo minha bucetinha debaixo do chuveiro.
Ainda namoro o Edu, mas saio direto com o Gustavo e fazemos várias loucuras. Inclusive já transamos numa viagem com a casa cheia de gente.

 


Olá pessoal! Meu nome é Isaura, tenho 26 anos, 1,60m, 52 kg, loira, olhos azuis, seios pequenos e durinhos, rostinho de menininha sapeca, bumbum arrebitado, bucetinha deliciosa e apertadinha...
 Sou casada há quatro anos com um corninho de 32 anos, generoso, trabalhador, carinhoso e muito compreensivo e que aprendeu, com o tempo, a incentivar minhas fantasias sexuais. Minha maior tara é trair meu maridinho com seu chefe. Rogerio é um homem de porte atlético, aproximadamente 40 anos, separado da mulher.

                Quase toda semana Rogério vem em nossa casa falar de trabalho com meu marido e fico olhando para ele imaginando nós dois fazendo sexo anal.  Gosto de ter meu cuzinho rasgado por um pau bem grande e muito grosso, coisa que meu marido não pode fazer já que tem um dote considerado normal para muitas mulheres, mas que para mim, esta muito longe de ser o ideal.

                Durante toda minha vida de solteira fui uma garotinha de família, muito certinha na escola, transei com um único cara, antes do meu marido, mas depois que casei... comecei a sentir vontade de liberar todos os meus desejos, de realizar todas as minhas fantasias. Descobri que sempre tive vontade de ser uma putinha safada. Hoje, meu marido sabe e permite que eu realize minhas fantasias, mas que seja com discrição e que eu o avise antes. Mas nem sempre foi assim...

                Meu marido estava tentando uma promoção há algum tempo, Rogério, chefe do meu maridinho, estava para ser transferido para outro Estado e deixaria o seu cargo em Belo Horizonte vago. A esperança do meu querido maridinho era de que ele o indicasse para ficar no seu lugar, por isso trazia com frequência seu chefe em nossa casa para beberem whisky e falarem de negócios. Em plena sexta-feira, ficavam horas discutindo sobre o serviço, e isso já estava esgotando minha paciência. Invariavelmente meu marido ia para a cama tarde, bêbado demais para fazer outra coisa além de dormir, o que me frustrava profundamente, pois tinha todo o fogo dos meus 26 anos queimando dentro de mim, clamando por uma deliciosa noite de sexo. Acabava me virando sozinha com meus brinquedinhos e os pensamentos a mil...

  

               Rogério Tinha acabado de se divorciar, mas não demonstrava nenhum indício de estar triste ou confuso, parecia ate que estava mais feliz sem sua ex esposa. Meu marido me mandava ser gentil com o seu chefe pois, para ele, não custava nada agradar o Rogério e conquistar a sua simpatia. O fato é que a passividade do meu marido abriu espaço para que o seu chefe ultrapassasse alguns limites e assim...

                Em casa gosto de ficar bem à vontade, isso significa estar apenas de calcinha, que aliás é sempre minúscula pois adoro usar calcinhas que ficam enfiadinhas no meu bumbum. Nessa noite eu estava usando uma camisolinha transparente que não escondia meus seios e revelava a indecência da minha calcinha completamente enterrada no meu bumbum, esperava que meu marido terminasse a reunião e viesse para a cama me comer bem gostoso.



                Já eram mais de 2:00 hs da madrugada quando meu maridinho veio ate o quarto me chamar para ir ate a sala para beber com eles. Ele estava tão bêbado que nem reparou que eu estava quase nua, insistiu tanto que fui. Já havia uma garrafa de whisky vazia e outra pela metade sobre a mesinha da sala. Rogério estava com sua camisa aberta sentado no sofá, todo a vontade. Quando me viu abriu um sorriso malicioso e foi logo me servindo uma dose, me convidando a sentar ao seu lado. Ele me secava, olhava descaradamente para os meus seios, passava a mão em minha perna, estava quase me agarrando ali na frente do meu maridinho. Me levantei e sentei ao lado do meu marido, fingindo nada ter acontecido. Rogério continuava me secando, não tirava os olhos de mim. Meu marido estava animado, tinham fechado um grande negócio, estava mais próximo da promoção e o seu chefe estava em sua casa bebendo com ele. A bebida (

ele sempre foi fraco para beber) fazia com que meu maridinho falasse pelos cotovelos. Rogério falava pouco e já nem disfarçava, passava a mão em seu pau, por sobre a calça, olhando fixamente para mim. Parecia estar me comendo com os olhos. Sentia minha bucetinha molhadinha... meu maridinho bêbado, falando sem parar... o chefe dele me secando, passando a mão em seu pau... eu não estava aguentando mais e me levantei dizendo que ia ate a cozinha para buscar mais gelo. É lógico que o Rogério veio atrás, nem bem entrei na cozinha e ele foi logo me agarrando, me prensando contra a parede e me dando um beijo safado. Sua língua invadia minha boquinha enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpinho. Seu pau, duro como pedra, parecia querer rasgar a sua calca. Tentei reagir a aquela investida inesperada, mas ele era muito forte, me segurava pelos braços e me obrigava a beija-lo. Aquilo me deu mais tesão ainda e passei a colaborar. Eu me abria toda e sentia seu pau roçando em minha bucetinha, ainda que escondido pela calça podia adivinhar que era de um tamanho fora do normal, parecia um braço me cutucando, duro como rocha, potente... era tudo que eu precisava naquela noite. Rogério me segurou pelos pulsos, abrindo os meus braços, me colocou sentada sobre a pia e caiu de boca em meus peitinhos. Ele lambia meus seios e mordia meus mamilos como um selvagem faminto depois me beijava, me levando a loucura.

  

               Lembrei que o meu marido estava na sala e num gesto rápido escapei das mãos do Rogério, peguei o gelo e voltei para onde estava meu marido que falava sem parar. Rogério colocou a camisa e também voltou para sala e só olhava para mim. Tratei de arrumar uma maneira de ter aquele homem, criei coragem e falei para o meu marido convidar o seu chefe para dormir em casa, argumentando que ele tinha bebido demais para dirigir. Meu marido, apesar de estar bêbado, concordou comigo e ofereceu o quarto de hóspedes ao seu chefe. É lógico que o Rogério concordou na hora e olhando fixamente para mim, disse: Vou aceitar porque eu realmente não estou em condições de sair daqui, assim neste estado. E se vocês não se importam, eu gostaria de tomar um banho e me deitar agora. Entreguei uma toalha a ele e fui preparar o quarto de hóspedes. Meu maridinho veio ate a mim e agradeceu por eu estar sendo gentil com o seu chefe. Mal sabia ele que as minhas intenções eram outras. Mandei meu maridinho tomar um banho e me esperar no quarto enquanto eu terminava de fazer a cama do nosso hóspede. Me demorei propositadamente ate o Rogério chegar. Assim que me viu agarrou meus braços e me deu outro beijo de tirar o fôlego, me jogou na cama e partiu para cima de mim. Pedi a ele para esperar até meu marido dormir, mas ele se levantou, deixou a toalha cair e me mostrou o seu pau dizendo: Olha como você me deixou! Você só sai daqui depois que eu gozar. Chupa! Nem precisou mandar duas vezes, ajoelhei no chão do quarto, peguei aquela tora com as duas mãos e comecei a passar minha língua naquela cabeçona inchada.

  

             O Pau dele não era tão grande assim, devia ter uns 18cm mas era muito grosso, um exagero em grossura, exatamente como eu gosto. Passava minha língua no saco dele e ia subindo ate chegar na cabeçona daquela pica gostosa, abria bem a boca e tentava engolir o pauzão do Rogério, mas era muito grosso e só cabia a cabeça do pau dele dentro da minha boquinha gulosa, ao mesmo tempo, eu punhetava o mastro dele com as duas mãos. Não demorou mais do que 5 minutos para eu sentir os jatos de porra quentinha dentro da minha boca. Quanta porra! Quase engasguei mas bebi tudinho, deixando aquele pau maravilhoso limpinho.



                Sai apressada, deixando o meu novo amante descansando, recuperando as energias e fui ate o meu quarto. Encontrei o meu maridinho roncando, dormindo a sono solto, tentei acorda-lo, mas ele realmente dormia o "sono dos cornos", deixando a sua esposinha livre para gozar com outro homem.

           Nem perdi tempo e voltei para o chefinho dele, disposta a dar a ele o melhor "tratamento" possível. Rogério estava nu,

a visão do seu pauzão, mesmo mole, acendeu meu fogo. Tirei a camisolinha, a calcinha e fui para cima dele, beijando-o da cabeça aos pés. Sua pica deu sinais de vida e ficou completamente dura, novamente chupei gostoso, como se fosse um delicioso picolé gigante. Ele me virou, abriu minhas pernas e meteu sua língua em minha bucetinha. Gozei uma, duas,  três vezes. Sua linguinha brincava com o meu clitóris, ia fundo em minha bucetinha… cutucava o meu cuzinho… Como ele me lambia gostoso!



                Eu gemia como uma cadelinha e já estava implorando para ele meter a pica dele em mim. Eu dizia: Por favor, come minha bucetinha! Eu quero sentir você dentro de mim! Calma putinha! Que foi? Teu maridinho não come você direito? É por isso que você chifra ele? Sim! Sim! Ele não sabe meter, o pau dele é muito pequeno para mim… Gosta de pau grande, não é? Então toma. Ele meteu aquela picona grossa de uma só vez em minha bucetinha. Gritei tão alto que fiquei com medo de acordar meu maridinho e a todos os vizinhos. Seu corpanzil pesado sobre mim… seu pau entrando e saindo de dentro da minha bucetinha… suas mãos fortes apertando os meus seios… gozei mais um monte de vezes ouvindo ele me chamar de putinha, cadelinha, vaquinha…. Dizia que agora eu era dele e ia fazer tudinho que ele quisesse fazer comigo. Ele deitou-se de costas, com aquele pauzão apontando para cima e me mandou sentar nele. Agora eu me movimentava livremente, subia e descia violentamente sobre o pau do Rogério, estava superexcitada, minha bucetinha ensopada fazia com que aquele mastro grosso deslizasse sem nenhuma dificuldade para dentro de mim, rebolando gostoso fiz aquele macho tesudo gozar dentro de mim, inundando minha bucetinha com o seu esperma, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo maravilhoso. Ainda estava ofegante quando ele me colocou de bruços e meteu sua língua no meu reguinho, explorando meu cuzinho enquanto me dava tapinhas no bumbum. Se tem algo que me deixa completamente submissa a um homem, é levar tapas na bundinha. Gosto de ser dominada, gosto que me tratem como uma putinha safada, gosto de ter um macho me dominando, mesmo que para isso ele use de alguma violência. Empinei minha bundinha e recebi tapinhas com gemidos, rebolando de leve, dando sinais de aprovação. As investidas de sua língua em meu cuzinho apertado foram aumentando a intensidade, assim como os tapinhas se tornaram verdadeiros tapas, estalando em meu bumbum e fazendo com que meu gemidinhos se transformassem em gritos de dor, tesão e prazer. Ele me pôs de 4 e ajoelhou-se ao meu lado. Colocou o pau dele me minha boca, segurou meus cabelos com uma das mãos e com a outra continuou a me bater. A cada tapa eu gritava, mas meu grito era silenciado pelo seu pau que, aproveitando que minha boquinha se abria mais, era enfiado ate minha garganta, com violência. Minha bundinha estava ardendo… o pau dele mais duro do que pedra… minha bucetinha ensopada… eu rebolava… gemia… gritava… chupava… apanhava… e gozava. Estava gozando com o pau do chefe do meu marido em minha boca, tendo minha bundinha espancada pelas suas mãos. O que mais me excitava era o que ele dizia: Está gostando, putinha safada? Coitado do seu marido! Será que ele sabe o quanto você é puta? Faz tempo que eu quero comer o seu cuzinho, vou encher seu rabinho com minha porra e você nunca mais vai esquecer disso. Ainda de quatro, ele se posicionou atrás de mim, agarrou minha cintura, posicionou seu pau na entrada do meu cuzinho e forçou.  O pau dele era tão grosso que a cabeçona não queria entrar. Ele fazia força, me puxava, mas não entrava. Ele ficou nervoso e voltou a bater em minha bunda, mais forte que antes, me xingava de vagabunda, mandava eu empinar a bunda e forçava. Eu não conseguia ficar parada, quando o pau dele começava a entrar sentia uma dor imensa e fugia.  Ele foi ficando mais bravo, estava enfurecido. Segurou firme em minha cintura e foi me puxando ao mesmo tempo que empurrava sua pica. Comecei a me debater e gritar, fazendo um verdadeiro escândalo, mas não adiantou. Numa estocada firme e certeira o pau dele entro

u, inteirinho, em meu cuzinho, arrombando completamente o meu rabinho. Ele ficou imóvel por alguns instantes, mas logo começou a socar… socar… socar… cada vez mais forte.





               Tirava quase tudo e voltava a enterrar no meu cuzinho. Eu estava gozando tanto que não conseguia fazer outra coisa além de gemer. Ele me puxava pela cintura de encontro ao seu corpo, com tanta violência que parecia querer me partir ao meio. Eu sentia meu cuzinho sendo rasgado pelo seu pau… a dor que eu sentia só não era maior que o prazer daquela "curra".

                Rogério estava me proporcionando prazer, muito prazer, do tipo que uma putinha como eu estava precisando. A todo tempo ele me xingava e me provocava, falando que ia contar para o meu maridinho que ele era corno… que a esposa dele gostava de dar a bunda pro outros… Que ia espalhar para todos na firma que tinha me comido… Isso aumentava o meu tesão, pensava no meu maridinho dormindo em nosso quarto enquanto eu estava levando aquela picona na bundinha. Ele gozou forte em meu cuzinho me levando a um último orgasmo.

              Cai, meio desfalecida, exausta de tanto gozar, com o meu macho sobre mim, seu pau pulsando e expelindo as últimas gotas de esperma dentro do meu cuzinho. Que sensação maravilhosa é sentir o pau grosso de um macho, pulsando dentro do cuzinho! Estava satisfeita, realizada e…completamente arrombada. Fui cambaleando para o meu quarto. Meu marido nem tinha se mexido, ainda dormia, alheio ao cheiro de sexo que meu corpo saciado exalava. Tomei um delicioso banho, acariciando minha bucetinha e o meu cuzinho, arrombados pelo chefinho do meu maridinho.



 
Sou chefe de cozinha em um restaurante e trabalho de meio dia até 01 hora da madrugada, devido a isso minha esposa fica bastante só em casa, inclusive fica triste por isso.
Certo dia eu cheguei em casa as 2 horas da manhã como de costume, entrei, tirei a camisa e não vi ninguém, achei estranho então fui ao nosso quarto, ao chegar lá me deparo com minha mulher totalmente nua sentando com força na pica dura de um homem jovem e bastante forte.
Descobri que sou corno
Aquele foi o momento que eu descobri que sou corno, o estranho foi que não fiquei com raiva, o contrário disto, eu gostei bastante, inclusive meu pau ficou duro vendo aquela cena.
Como fiquei excitado, eu não fiz nada, apenas fiquei ali no canto da parede desfrutando do que estava vendo, o sexo estava muito bom, minha mulher sentava com força no pau do rapaz que chamava ela de vagabunda safada e perguntava: “Você é o que minha?” Ela respondia: “Sua putinha” .
Ela permaneceu sentando nele por uns 5 minutos até que ele pediu para ela ficar de quatro, foi nessa hora que eles me viram e ficaram extremamente envergonhados mas eu contornei a situação dizendo que estava tudo bem, que eu não estava com raiva e que eles podiam continuar fodendo que eu ficaria ali apenas olhando o sexo.
No começo eles ficaram constrangidos mas depois acabaram entrando no clima e começaram a foder de novo, desta vez com a consciência de que eu estava ali.
O homem botou minha esposa de quatro e socou com força na xoxota dela, tanta força que o barulho que fazia era bem alto e excitante. Não demorou muito e o jovem tirou o pau para fora da xota para gozar na bunda dela. Eu estava ali no canto se masturbando e logo gozei também.
Após todo o ocorrido minha mulher ficou um pouco constrangida mas falei para ela que estava tudo bem, que não tinha problemas pois eu tinha até gostado do que vi. Deste dia em diante, vez ou outra este jovem vem em casa foder a minha mulher, mas eu só aceito se for na minha frente.

 




Tenho um marido que é caminhoneiro. Viaja muito. Viagens longas, que eu penso e repenso se não peço o divórcio.
Vivo sozinha em minha casa esperando ele chegar. Quando retorna , conversarmos , transamos e dormimos.
Ele é um cara excelente, mas neste quesito… deixa a desejar. Que vidinha!
Já viajei algumas vezes com ele, justamente para ficar mais próxima e evitar a saudade. Não vou viver toda A minha vida em uma boleia de caminhão, mesmo porque , nunca gostei de transar em boleia e Meu marido sabe disso e, aparentemente, respeita.
Ultimamente, eu estou subindo pelas paredes de tanta vontade de transar. Quero fazer até cansar.
Canalizo minha vida em meu trabalho, para espairecer. Trabalho em um call center a três anos.
E um dos meu contatos comerciais é o Paulo. Homem maduro de 42 anos, educado, com voz sedutora, pele clara, forte e com situação financeira definida. Além da voz o que me conquistou foi sua excelente conversa.
Final de expediente. Noite chegando. Recebo um convite de Paulo para passear de carro,encontrar um lugar legal e tomar um chopp. No dia seguinte ele iria sair de férias e gostaria de dar um passeio comigo.
Tentei enrolar… disse que já era tarde, tinha que ir embora, Minha filha estava com minha mãe esperando.Na verdade estava dando uma de difícil.
Ele insistiu e acabei cedendo. Mesmo sendo casada, decidi que tinha direito de desfrutar aquilo.Ele disse que passaria em alguns minutos para me buscar no trabalho.
Entro no carro e ele não tirava os olhos de meus seios e pernas. Estava com um vestidinho curto de tecido bem leve e não tenho costume de usar sutiã, então… era um pedido para que ele agarrasse.
Os olhares de Paulo estavam mexendo comigo. Na minha cabeça já estava rolando sexo. Estava, realmente, excitada. Me comportava como quem não percebia a malícia dele.
De uma hora para outra, Paulo estaciona o carro. Desce e abre a minha porta. Pega em minha mão e pede para eu acompanha-lo até seu apartamento, pois havia esquecido algumas coisas e também pegar dinheiro para ficarmos á vontade.
Entramos em seu apartamento  e  ele foi para o quarto pegar a carteira. Voltou e foi até a cozinha. Foi até a geladeira e pegou uma cerveja , que  tomamos juntos.
Conversamos na sala. O papo estava bom e veio mais uma cerveja …mais outra.
Então, pedi para ir ao banheiro.Ao me levantar quase caí. Estava aérea  devido a bebida . Quando abaixei minha calça para fazer xixi, percebi que minha calcinha estava molhada. O papo, ele, a bebida…tudo estava dando muito tesão.
Retornei e ele já estava com outra cerveja em cima da mesinha de centro.Disse com ar de sinceridade que era a saideira. Assenti com a cabeça.
Ficamos ali na sala, bebendo, no maior papo. Percebo que Paulo estava bem perto. Olhando para meus seios, sua mão estava em minha perna e ia subindo. Levantando levemente meu vestido vermelho.
Paulo não resiste e me beija na boca. Sinto sua língua se enrolando com a minha. Neste ínterim, ele enfia sua mão por dentro de meu vestido  e toca meu sexo por cima da calcinha. Abro minhas pernas para facilitar seu toque. Seu dedo cada vez mais força meus lábios vaginais…
Meu corpo já não respondia aos meus comandos.
Ele me deixa nua e suga os bicos dos meus seios. Começa a falar o quanto sou gostosa. Aquilo estava me levando as alturas.
Ficou de pé.Tirou sua calça e blusa, ficando só de cueca.Sua mão pega meus cabelos e sinto que pressiona, como que ordena, para que ajoelhe e chupe seu pau. Tiro aquele membro grosso para fora, levando-o até minha boca. Chupo freneticamente.
Paulo permanecia  segurando minha cabeça… forçando. Eu engoli aquele membro todinho. Chegava a perder o fôlego e a babar,produzindo uma quantidade enorme de saliva.Enquanto isso ele me chamava de “puta” e dizia para engolir todinho, que eu teria que ser boazinha com ele.
Sorri…estava sendo.
Deito no sofá e levanto as pernas. Assim, ele começa a me chupar, enfiando a língua como se fosse seu membro. As vezes ele chupava meu ânus, levando-me a loucura.
Ele era bom no que fazia! De repente, vem por cima de mim e ficava passando a cabeça do seu mastro na entrada do meu sexo molhado. Olhou nos meus olhos e disse que iria me foder gostoso.
De uma única vez. Sinto aquele membro, todinho, me invadindo. Eu estava completamente entregue para aquele homem.
Paulo socava com uma incrível força. Em determinados momentos, tirava tudo e colocava novamente.  Eu estremecia e apertava minhas mãos em suas pernas, querendo cada vez mais.
Ele pede para eu ficar de pé,  me coloca de frente para a parede e  manda eu empinar minha bunda. Segura minha cintura e enfia novamente aquele mastro em mim. Agora com movimentos lentos, sinto seu membro entrar e sair todinho dentro de mim.
Continuo de pé  frente a parede e abro bem minhas pernas. Neste momento sinto a cabeça da glande encostar em meu ânus. Estremeci de medo.
Sinto ele me rasgando. A dor é grande, mas eu queria ele todinho dentro de mim . Estava no cio e gritava de prazer. Pedia para não parar e ele enfiava tudo. Minhas pernas já estavam sem força e Paulo continuava socando.
Seu membro pulsa dentro de mim e  percebo que ele está a ponto de gozar. Ele retira e pede para eu ficar de joelhos para colocá-lo na minha boca. Percebo que sua mão está forçando minha cabeça contra seu membro, assim coloco todo em minha boca.
Paulo grita de prazer e goza em grande quantidade. Chego à engasgar de tanto esperma que aquele homem tinha depositado em minha boca. Líquido viscoso e morno que escorria pelos cantos de meus lábios.
Minhas pernas estão fracas. Fico deitada no chão frio. Ele pede para eu dormir aquela noite em seu apartamento. Em um lampejo de razão resolvo ir embora.
Ele gostaria de alongar nosso relacionamento.Eu…? Bom, meu objetivo foi concretizado.
Agora, preciso me arrumar para esperar meu marido. Ele vai chegar de viagem esta semana. Estou com saudade.
 enviado por leitor anonimo



Me chamo Paulo tenho 36 anos e sou casado há 6 anos com a Marcela de 30. Hoje vou contar algo excepcional e que me deixa excitado toda vez que me lembro.

Há mais ou menos um ano, eu e minha esposa começamos fazer aulas de dança e fomos convidados por nossa professora Júlia para uma apresentação de final de ano.

Com a correria do trabalho eu não estava conseguindo conciliar com os ensaios da apresentação e cheguei a pensar em desistir, mas conversei com a Júlia e ela se dispôs a me ajudar com algumas aulas particulares depois do meu expediente.

A Júlia é muito atraente, morena, olhos de jaboticaba, deve ter aproximadamente 1,60, corpo malhado, seios bem proporcionais ao seu corpo, coxas lindas e bunda maravilhosa. Sempre que ela se aproxima de mim eu sinto o perfume dela, bem marcante e me chama muita atenção.

A primeira aula particular foi marcada em casa, a Marcela fazia um curso todas as quartas-feiras e por coincidência a Júlia só podia nas quartas. Marcela não se importou, pois já tinha pego toda a coreografia e só eu estava com dificuldade.

Júlia chegou por volta das 19:00, com calça legging, uma camiseta e o perfume delicioso de sempre. Nos cumprimentamos, afastei o sofá e começamos a aula na sala mesmo. Para minha surpresa, ela tirou a camiseta e ficou só de top, me apavorei, com medo de não resistir. Tentei me concentrar só na dança, mas tava difícil... Eu estava com uma bermuda, dessas de academia e toda vez que meu pau começava a endurecer eu percebia que ficava muito marcado. Durante a dança, tinha alguns momentos que eu devia gira-la e abraça-la por traz, tentei não encostar nela, mas ela chamou minha atenção com um sorriso e pediu pra eu fazer como devia ser feito, eu obedeci. Já na primeira vez que eu encostei nela, senti o cheiro dela bem perto do pescoço, e aquela bunda maravilhosa encostando no meu pau que neste momento já estava duro e latejando de tesão, ela com certeza percebeu.

Na segunda vez que ela girou e parou de costas pra mim foi a mesma coisa, mas senti ela esfregando a bunda no meu pau com mais força e por mais tempo. Fiquei em dúvida se tava mesmo acontecendo aquilo, pois sempre tive tesão por ela e nunca imaginei que pudesse rolar algo assim entre a gente. Eu abraçando ela por traz, não consegui me conter e beijei aquele pescoço cheiroso, ela se virou meio assustada e um pouco envergonhada e disse pra continuarmos a dança, eu concordei, mas percebi que ela também já estava excitada. Continuamos a dança mas toda hora meu pau encostava nela e eu ficava cada vez com mais tesão, até que ela se esfregou de novo e ficamos assim por um bom tempo. Ela se virou e começamos a nos beijar, que boca e que língua deliciosa! Comecei chupar o pescoço e fui me abaixando para aqueles seios lindos, tirei o top, seios perfeitos com marquinha de biquíni, fiquei beijando, passando minha língua naqueles bicos, ela gemia baixinho e ficava cada vez mais ofegante. Coloquei ela no sofá, continuei beijando ela todinha, enfiei minha mão por dentro da calça e aquela buceta tava toda molhada, fiquei massageando seu clitóris enquanto a beijava.. Ela estava toda excitada, tirei minha camiseta e ela tirou minha bermuda, ainda sentada no sofá, eu em pé, ela pegou meu pau e começou chupar loucamente.. Ela gemia com meu pau na boca e olhava pra mim com cara de puta safada, eu sentia a vibração do gemido dela no meu pau. Coloquei ela de costas, debruçada no encosto do sofá com a bunda virada pra mim, abaixei a calça devagar e fiquei olhando aquela bunda perfeita, ela pedindo pra eu meter, mas eu tive que cair de língua naquela buceta.. Eu queria que essa metida durasse bastante tempo, e sabia que outra oportunidade dessa seria difícil de acontecer. Ela começou a gemer mais alto e dizia pra eu foder logo ela, meu pau latejava de tão duro, logo não resisti e meti naquela buceta. Comecei a bombar rápido e com força, ela parecia delirar de tesão, me chamando de puto tarado e pedindo pra ir cada vez mais forte... Eu sentia a buceta dela contraindo e apertando meu pau, eu diminuía a velocidade e então ela começava rebolar aquela bunda maravilhosa no meu pau. Virei ela de frente, abri as pernas dela e continuei metendo e chupando aqueles seios deliciosos, ela se contorcia e gemia bem gostoso. Ela dizia pra não parar pois ia gozar

, continuei metendo, ela se contorcia toda, logo fechou as pernas pra eu não sair de dentro e gemeu bem gostoso.. ela havia gozado, e estava toda desmontada no sofá. Assim que ela me soltou, continuei metendo até perceber que ia gozar, tirei meu pau pra fora e gozei naqueles peitos maravilhosos. Ela me olhou com cara de acabada e assim terminamos nossa primeira aula. Espero que tenham gostado desse conto baseado em fatos reais da minha vida. Em breve contarei como foi nosso reencontro na academia de dança!


enviado por leitor
 


Olá! Estou escrevendo o que espero ser o primeiro de muitos. Bom, sou casado há 5 anos, sem filhos, tenho 31 anos, 1, 70 m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos claros, evangélico e me chamo Carlos.
O fato que contarei aconteceu há mais ou menos 2 anos e foi a primeira vez que trai minha esposa, não a única. Como somos um casal jovem {ela tem 26} e sem filhos, os jovens da nossa igreja estão sempre conosco e alguns com mais afinidade. Era uma temporada de muito calor e no nosso estado {Espírito Santo} no litoral, ou chove ou faz sol, resolvemos passar um fim de semana em nossa casa de praia.
Ligamos para alguns de nossos irmãos e somente uma topou ir com a gente. Essa irmã, que irei chamar de Luana, sempre está conosco, é a mais animada de todos e está sempre disposta a passear, tem um namorado mas ele é desses que não gosta de sair. Ela, na época tinha 20 anos, baixinha, e meia cheinha, mas não gorda, com bastante bunda, pernas e peito do tamanho de duas mãos medias fechadas. Tudo pronto seguimos para nosso destino na sexta a noite logo após sairmos do trabalho, para aproveitarmos o sol bem cedo. A distância não era grande, 30 km de nossas casas.
Ao chegarmos, por volta das 19: 30 h, ajeitamos as coisas e eu fui o primeiro a tomar um bom banho, vesti um short e fiquei sem camisa - com devem saber, por sermos evangélicos, as mulheres usam sempre saia e homens calça e camisa, mas por sermos bem íntimos e o calor insuportável ficamos a vontade. Minha esposa foi a segunda e vestiu uma saia e uma blusa bem leve, nossa amiga por sua vez veio com um top branco e uma saia no meio da coxa que para ela era bem curta. Comemos alguma coisa e ficamos vendo tv, eu e minha esposa deitado em um colchão no chão e nossa amiga no sofá. Minha esposa por estar muito cansada e por dormir muito fácil dormiu ali ao meu lado. Ficamos vendo um filme eu e a amiga, e como todo bom filme, seja lá qual for sempre acontece uma cena de sexo, e ela comentou:
- Passam cenas assim só para deixar a gente com mais vontade.
Eu com receio de entrar com um comentário mais malicioso, apesar da intimidade nunca tínhamos tocado nesses assuntos, só balbuciei:
- É verdade. - e ela emendou enquanto a cena passava:
- Você, vendo isso ainda tem para onde correr, mas eu é dormir no calor mesmo. - terminou de falar virando os olhos demonstrando onde era esse calor.
Falei - calma o seu dia vai chegar, e tenho certeza que vai ser muito melhor do imagina, pode ter certeza - sem pensar que poderia acontecer alguma coisa entre nós mas meu membro me delatava por sob o short, duro e latejando. O filme acabou ali para mim, eu já não mais conseguia entender o que se passava, só tinha mente para imaginar como estava o meio daquelas pernas grossas que estavam esticadas e afastadas uma da outra sobre o sofá. No intervalo ela levanta para ir ao banheiro e eu não consegui tirar o olho de sua bunda, observei sob o tecido da saia que sua calcinha estava bem enfiada, não por ser pequena mas por ter realmente entrado. Ao voltar foi no quarto que iria dormir e volta para sala indo até a janela, que fica ao lado da tv, para observar a rua.
Novamente tenho que olhar sua bunda bem em minha frente e não mais consegui ver a marca de sua calcinha, olhei, forcei a vista e me segurei para não passar a mão e ter a certeza que ela havia tirado e levado no quarto. Novamente ela deita no sofá e o filme recomeça e em determinado momento outra cena de sexo acontece. Eu a olho com um sorriso nos lábios e ela fala se movimentando no sofá:
- Esta difícil!! Eu estou suando!! - Eu comento.
- É a lua.
Minha esposa, por ter o sono pesado, dorme suspirando alto e ela não deixa de comentar:
- Carla esta roncando, pode cair o teto e ela não acorda.
- Eu, já não mais pensando com a razão falo - pode acontecer coisas piores aqui e ela não ver.
- E ela duvida mas com um sorriso safado nos lábios imaginando o que iria acontecer, diz - será?
- Eu - sim que ver?
Levanto, e ela abre mais os olhos achando que eu iria para cima dela, mas seus olhos param no conteúdo de meu short que estava bem apontado para frente. Ela acompanha com os olhos mas passo direto indo ao banheiro. Ela deve ter ficado meio que frustada. Mas ao voltar sento no braço da poltrona em que ela está agora sentada com as pernas cruzadas, inclino um pouco o corpo até seu ouvido e falo:
- Eu não sou de ferro, só quero saber o por que tirou a calcinha? Passo minha mão esquerda bem devagar em sua coxa, subindo para o meio das pernas, indo procurar a certeza do que estava falando, ela vira a cabeça para traz e fecha os olhos, ao tocar sua virilha e encontrar o meio de sua boceta bem molhada que parecia que tinha acabado de jogar água, ela abre os olhos, me olha e fala -" é hoje"? Eu balanço a cabeça em sinal de afirmação e beijo o canto de sua boca, enquanto os meus dedos brincam em sua boceta.
Ela mais que depressa leva a mão para meu membro e tira ele fora do e começa a me masturbar, eu, como estava inclinado em uma posição incômoda, tiro minha mão do meio de suas pernas e volto o corpo, nesse movimento de tirar a mão ela sem falar nada, olha para ele, que tem 17 cm e é bem grosso e o põe todo na boca. Nessa hora penso que ela não é mais virgem, pois aquele boquete foi um dos melhores que já me fizeram. Ela chupava com gosto, subia até a cabeça e descia até ele sumir todo em sua boca e ficava passando a lingua em volta dele. Eu queria também chupá-la, pois sou tarado por ver uma mulher gozando em minha boca, falei baixinho ao seu ouvido para levantar do sofá e ela sem tirá-lo da boca, ficou de pé com a bunda virada para minha esposa que dormia no chão.
Falo ao seu ouvido: "também quero te chupar, quero sentir seu gozo em minha boca, mas antes quero que você levante a saia e me mostre a bunda e a boceta. Ela concorda sem tirar o meu pau da boca, chupa mais um pouco, levanta o corpo e fica de costa para mim, levanta a saia e via uma bunda grande deliciosa, vira de frente e vejo um boceta com pelos ruivos somente no meio e algo brilhoso parecendo gel que descia.
Sento no chão, ao lado do sofá e ela que por instinto vem sobre meu rosto com a saia levantada, põe uma perna e segura minha cabeça com as duas mãos parecendo que queria que eu fosse mais fundo, abrindo mais as pernas e sentando sobre meu rosto. Com minhas mão, eu abraço sua bunda e os dedos, um eu ponha na entrada de sua boceta e outro no cuzinho. Nessa hora ela não sabia se esfregava mais a boceta em minha boca ou se abria a bunda para meus dedos entrarem. Até que veio o seu gozo em minha boca que por pouco não morro sem ar.
Ela sai do meu rosto e olha para meu pau que esta duro e fala:
- Quero sentir ele aqui dentro! Levantando a saia e deita no chão a poucos centímetros de minha esposa, abre as pernas, eu me ajeito no meio e encosto a cabeça na entrada, quando empurro a cabeça ela solta o ar mais forte e fecha os olhos, ela sabia que se gemesse alto colocaria tudo a perder. Fui enviando aos poucos, recuava e tornava a enfiar, pois apesar de estar muito molhada e não ser mais virgem era bem apertada e por meu pau ser muito grosso dificultava um pouco a penetração - depois ela me confessou que só havia transado com o namorado era de proporções bem menores do que o meu. Quando ela sentiu que tinha entrado tudo, abraçou as pernas pelas minhas costas e comandou todo o movimento, me segurou de uma forma que somente o seu quadril se movimentava, em 5 ou 8 minutos assim ela me olha e movimenta os lábios dizendo: vou gozarrrrrr!!! Senti sua boceta mordendo a base de meu pau sugando-o para dentro que me segurei para não gozar também. Tinha que comê-la olhando aquela bunda, não saberia se teria outra oportunidade daquela.
Minha esposa arfava como um anjo.
Ela me soltou depois de alguns minutos e eu falei: "de 4 agora"! Ela arregalou os olhos e balançou a cabeça assustada dizendo não. Eu a tranquilizei e falei rindo:
- Pode deixar, não irei mudar de canal! Ela entendeu.
Não iria por em seu cu ali, minha esposa não deixa eu por mais que a metade no dela e olha que já esta acostumada. Ela, acredito que iria gritar - e aconteceu em outro dia! - e eu perderia a chance.
Ela virou ainda no chão, ficou de quatro e levantou a saia, vi novamente sua bunda bem gostosa e não resisti, abri e chupei seu cuzinho e sua boceta por trás, ela rebolou na minha lingua e eu parei e fui empurrando devagar em sua boceta, dessa vez entrou na primeira, pois já havia bastante lubrificação nela, fiquei indo e vindo até a cabeça ficar fora e voltava de novamente, ela ia ao delírio.

Fiquei assim por uns instantes e já não mais conseguiria segurar, deitei por sobre suas costas e falei em seu ouvido: agora é a minha vez de gozar. Ela balançou a cabeça afirmando e falou:
- ai mesmo, não tira.
Ela novamente gozou da mesma forma, mordeu meu pau com a boceta e parecia que tinha uma boca sugando por dentro. Gozei dentro dela sem passa pela cabeça preocupação nenhuma, nunca havia gozado assim, dentro de uma boceta com alguma me chupando. Foi muito gostoso.
Eu sai de dentro dela e levantei, ela virou e fez questão de limpá-lo com a boca e por dentro do short de onde tinha tirado. Levantou e fomos para a janela, Perguntei se tomava remédio, ela falou que sim que havia uns dois anos que transava com o namorado, que eu tinha sido o segundo dela e foi muito bom, mas ficou com medo quando viu que era tão grosso, mas não poderia voltar mais pois estava muito excitada.
- Eu percebi, e também me deixou, só queria saber o por que tirou a calcinha? Ela responde
- Estava me tocando debaixo da almofada e de calcinha poderia fazer barulho.
Minha esposa acorda e fala: ainda acordado vocês dois? Vamos dormir! Luana responde:
- Nós dois vamos por que você estava roncando ai no chão que caia o teto e não escutava.
No outro dia na praia pude ficar sabendo mais coisas sobre ela e o namorado, neste mesmo fim de semana só aconteceu mais uma vez, só que a tarde e na praia enquanto minha esposa dormia em casa.
Espero que gostem e me desculpe ser tão detalhista...

Enviado por leitor do blog


Eu não fazia sexo com meu marido (e com ninguém mais) há mais de 15 dias. Portanto meu tesão estava a flor da pele, muito a flor da pele mesmo. O Carlos é professor na escola que leciono. Um homem maduro, casado, tem mais de 45 anos e é muito bem apessoado e muito másculo. Desde que nos conhecemos ele sempre me paquerou discretamente, mas a cada dia que passava eu notava mais atrevimento da parte dele, como todos os homens eu acho. 

Um belo dia quando terminaram as aulas e eu me preparava para ir embora pra casa, ele me segurou pelo braço e me fez muitos elogios que até me deixaram sem graça. E quando ele terminou de falar disse que adoraria ganhar um beijo meu. 

– Ficou louco, Carlos? – Eu perguntei com muita vergonha. 

– Nada Alice, mas você me fascina. – Ele respondeu. Eu estava completamente sem graça e ele então segurou meu rosto e se aproximou da minha boca para me beijar. 


– Aqui não, Carlos. – Quase gritei. Carlos então me puxou para dentro de uma sala de aula vazia, fechou a porta e me beijou loucamente. Confesso que a principio não correspondi, mas depois quando o tesão apareceu eu também o beijei e ficamos ali por um bom tempo. Carlos me abraçava e passava a mão pelas minhas costas me puxando forte de encontro ao seu corpo totalmente exitado. 

Eu já podia sentir seu membro duro encostado em mim. Com tesão acumulado que eu estava, minha calcinha logo ficou totalmente exarcada. Carlos começou então a me beijar o pescoço e passar suas mãos nos meus seios por cima do vestido, me fazendo gemer baixinho de tanto tesão. 

– Vamos parar Carlos, pode chegar alguém. – Eu disse assustada. 

– Só deixa eu tocar um pouco em você Alice. Carlos então levantou meu vestido e colocou a mão no meio das minhas coxas e foi subindo até tocar na minha calcinha completamente encharcada. 

– Pronto, agora chega Carlos. – Eu falei sem muita convicção. Carlos então parou e me deixou sair. Cheguei em casa alucinada. Tirei minha roupa e me deitei para me masturbar. Comecei a passar meus dedos nela, que ainda estava molhada. Enfiava e tirava meus dedos de dentro dela. Eu estava tremendo… Meu corpo se contorcia e o gozo veio muito forte. 

No dia seguinte quando minhas aulas terminaram nem fui para a sala dos professores, pois não queria encontrar com ele de novo, sabia que eu não resistiria. Mas logo ele apareceu na sala que eu estava dando aula e se sentou ao meu lado na escrivaninha que eu corrigia umas provas. Sem falar nada ele colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a acariciar minhas coxas. 

– Pára Carlos. Você ficou maluco? só pode isso é a maior loucura eu sou casada. 

– Alice, quero você. Ontem tive que me masturbar loucamente pensando em você. 

Quando ele disse aquilo eu ri, pois eu tinha feito o mesmo. Como minhas pernas estavam debaixo da mesa, mesmo se entrasse alguém não conseguiria ver a mão dele nas minhas coxas então eu deixei. Ele rapidamente subiu para “ela” que já estava de novo molhadinha. Eu fingia que corrigia as provas e ele fingia também que estava lendo alguma coisa, mas seus dedos já me acariciavam. Ele colocou seu dedo de lado da minha calcinha e começou a mexer no meu grelo molhado. Não conseguia mais me controlar. Abri totalmente minhas pernas e deixei ele fazer o que quisesse. Ele então enfiava o dedo completamente e eu já estava gemendo baixinho. 
De repente ele se levantou e me pediu para sair com ele. No fundo do corredor das salas de aula havia um almoxarifado. Entramos lá e o Carlos trancou a porta por dentro. Daí começamos a nos beijar loucamente. Eu estava em brasa. Carlos conduziu minha mão para acariciar seu p… por cima da calça e eu fiquei mais louca ainda. Não contente com isso ele abriu o zíper e o tirou pra fora. Ele pulsava de tesão. Era um belo membro. Eu comecei então a bater uma punheta pra ele enquanto ele levantava meu vestido e enfiava a mão por dentro da minha calcinha em cima da minha bunda. Eu gemia e mordia meu lábios. Carlos então me virou de costas pra ele e colocou seu pau no meio das minhas coxas, enquanto ele enfiava sua mão dentro da minha calcinha e começou a masturbar meu grelo já mais molhado e mais inchado. 

Sua respiração ofegante na minha nuca me deixava mais alucinada ainda. Sentia ele quente e duro raspando em mim por cima da calcinha. 

– Mete Carlos. Estou desesperada. Pode me possuir. 

– Não Alice, quero te foder bem gostoso, mas numa cama. 

– Eu não aguento de tesão, Carlos. 

– Chupa Alice. Chupa… Aquilo foi quase uma ordem. Me abaixei e enfiei-o duro e inchado na minha boca. Carlos gemia alto. 
– Isso Alice. Como você chupa gostoso. Vai, chupa mais… Aquilo me deixava ainda mais louca e eu lambia ele todo. Não demorou muito e comecei a sentir os jatos inundando minha boca. Foi tão forte que quase engasguei. Mas lambi até a ultima gota. 
Carlos estava saciado, mas eu não. Então ele levantou de novo meu vestido… Ele fez gostoso até que minhas pernas amoleceram e eu gozei. 
– Alice, quero mais você. Vamos ao motel. 

– Não, Carlos. Preciso ir para casa. 
Qual foi minha surpresa quando lá pelas 3 da tarde toca a campainha. Era o Carlos. Me assustei a principio, mas sabia que meu marido só voltaria depois das seis da tarde. Deixei Carlos entrar e ele já foi logo me abraçando e me despindo. Quando me dei conta estávamos os dois nus na minha cama. Carlos então começou a me chupar com maestria e me levou a loucura. Gozei feito louca!Pulsava de tesão. Depois chegou hora de experimentar ele dentro de mim. Fiquei de quatro e ele veio por trás… Fez gostoso!! 
– Toma, Alice. 

– Sim Carlos. Mete tudo. Aaaiiiiiiiiiii. Deliciaaaaaaaa, puta que pariu que foda foi essa. 

Gozamos praticamente juntos e fizemos muito barulho. Quase todos os dias a gente dá uns malhos lá na escola. E de vez em quando ele vem me comer aqui na minha casa. O outro nem desconfia de nada.😈💭 



A história desse conto aconteceu  em minha casa, sou a Bruna,29 anos, pele branca, alta pernas e bumbum grandes, sou um mulherão, como os homens costumam dizer uma “cavala”, sou casada com um empresário o qual eu amo muito, temos um filhinho fruto do nosso amor, e moramos em Porto Alegre, Rio grande do Sul. Bem, temos uma casa muito grande e meu marido trabalha muito por isso ele resolveu contratar um motorista, pois ele precisava viajar muito e dirigir estava estressando muito ele, então ele contratou o Jose, para ser o seu motorista e uma espécie de ajudante, era um conhecido de infância dele, um rapaz gente boa, moreno quase um negro, alto, boa pinta, até ai tudo bem, meu inferno começou quando o meu maridinho resolveu chamar o José para morar com a gente pois o aluguel estava muito caro na capital, ele passou a morar no quarto de hospedes, no inicio me incomodou bastaste, tirou minha privacidade, pois eu costumava ficar só de calcinha andando pela casa, e as vezes pelada.

Um sorriso diabólico apareceu em seu rosto quando ela soltou a fumaça e se inclinou sobre a
cadeira e revelar a calcinha de renda sob a saia preta, e ela me mandou ser um bom sobrinho e
tirar sua calcinha. Ao tirar acabei revelando uma vagina com pentelhos raspados. Percebi que
minhas iniciativas e meus monólogos eram fracos. Ela queria ouvir palavras suja e imorais.
Então percebam. Eu não era o senhor fodão dos contos de obscenidades. Eu não era “O senhor
come todas” Como se ler nas maiorias das historias de comportamento obsceno contadas por
um homem. Os diálogos pervertidos partiam dela.

Na saída de minha adolescência, descobri meus fetiches; Fêmeas fumando e roupas de couro e
látex. Eu observava lábios femininos tragando e soltando a fumaça, entretanto, manter meus
olhares em fêmeas em roupas de couro e látex também me deixava com ereção. Sei que tais
fetiches não afetavam a ninguém. E por isso eu ia a shopping com intuito de observar
mulheres com tais requisitos.
Havia uma pessoa que designo como alfa em meus fetiches e sempre que ela estava por perto
eu tinha uma ereção. Titia Angelina. Eu comprava cigarros para ela, então observava os lábios
carnudos de titia sugando a ponta do filtro. Ela tinha 34 anos, não parecia à idade, o que era
incrível, considerando que ela fumava constantemente, mas ela corria e ia para a academia.

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