O sexo anal sempre foi motivo de curiosidade para mim. Desde
que me lembro de pensar em sexo, explorar esta parte do meu corpo sempre fez
parte dos meus pensamentos. Violar meu buraquinho era motivo de excitação,
medo, desejo e apreensão. Eu esperava pelo dia em que poderia confiar em algum
homem e dá-lo o prazer de ser o primeiro a comer meu buraquinho virgem. Até
então, este homem não havia surgido. Tive um namorado e alguns peguetes, mas
nenhum deles nunca me inspirou confiança para tocar em tal assunto.
Quem acompanha meus contos, sabe que eu conheci um professor
que me tirava do sério sempre. Um homem gentil, atencioso, bonito e seguro. Mas
que na hora do sexo era um verdadeiro Deus, me levando à loucura. Depois que
nosso caso se tornou mais e mais quente, eu já tinha certeza que era com ele
que eu gostaria de perder minha virgindade anal. Mas como seria? Como fazer
aquilo?
Bom, sempre fui curiosa a respeito de sexo, e sempre
pesquisei e assisti muitas coisas para aprender sobre. Muita gente acha que é
só chegar e pronto. Colocar lá dentro e está tudo feito. Mas aprendi que não
era bem assim. Eu deveria me acostumar mentalmente e fisicamente para aquilo.
Deveria estar com meu corpo pronto e meu cuzinho já adaptado a receber
investidas, para que evitasse desconforto e desagrado no momento da penetração.
Era um sábado e aquela vontade de sexo me dominava
fortemente. Minha curiosidade em dar o cuzinho estava a mil. Então, passei em
uma farmácia e comprei um lubrificante íntimo, morta de vergonha da atendente,
mas comprei e voltei pra casa. Já era tarde da noite, na verdade madrugada
quando fui ler várias coisas sobre sexo anal na internet. Meus pais haviam ido
dormir e eu estava no meu quarto, sentada e lendo coisas picantes no celular.
Obviamente eu já estava excitada e pensando em quando finalmente eu daria meu
cuzinho para meu professor.
Decidi, então, colocar em prática minha preparação para o
grande dia. Eu estava apenas de pijaminha, era na verdade uma longa camisa de
algodão, sem nada por baixo. Corri até a porta e levemente virei a chave,
trancando-a.
Voltei para a cama, joguei meu celular longe e comecei a
levantar a camisa. Meus seios foram surgindo e eu logo comecei a me acariciar.
Meu corpo respondia ao meu toque, se arrepiando. Fui ficando com calor e a
camisa levantada até sobre os peitos me incomodava, então a tirei e fiquei
peladinha na minha cama.
Minha mão desceu até encontrar minha bucetinha toda melada.
Comecei a me esfregar lentamente. Meus dedos se ensopavam daquele líquido que
escorria da minha xota. Cada passada de dedo era um gemido baixinho e
excitante. Me masturbei um pouco com a mão esquerda também, o que fez todos os
meus dedinhos ficarem bem melados.
Não demorei muito, levei um dedinho até o cuzinho e fiquei
rodeando a entradinha. Aquilo era provocante e excitante. Meu cuzinho se
contraia enquanto eu o deixava molhadinho. Finalmente tive coragem de enfiar a
cabeça do dedinho no meu rabinho. Foi entrando com dificuldade, mas era
gostoso. Coloquei só um pouquinho e tentei foder, mas era apertadinho demais.
Só então lembrei do lubrificante que tinha guardado.
Seguindo as dicas, fiquei de quatro na cama e enchi a ponta
dos dedos de lubrificante. Passei novamente na entradinha e fui forçando para
que meu dedo médio entrasse no meu bumbumzinho. Senti que entrou com mais
facilidade e tentei relaxar para curtir melhor. Nunca tinha enfiado tão fundo,
sempre brinquei na entradinha, ou com a cabecinha do dedo. Desta vez já estava
metade do meu dedo dentro. Eu e contive pra não gemer alto e comecei a foder o
dedinho no meu cu. Eu estava lá, com a bunda pro alto, a cara no travesseiro e
meio dedo enterrado na bunda. Masturbando meu cuzinho virgem e apertado. A cada
dedada, meu buraquinho cedia mais e eu gostava mais. Era tão bom. Ficava me imaginando
dando o cuzinho para meu professor de quatro, com suas mãos abrindo minha
bunda. Não podia gemer alto pois meus pais ouviriam.
Voltei a me deitar de barriga para cima e enfiei o dedo
novamente no cuzinho. Mas fui mais ousada e fui empurrando mais e mais. Foi
incrível. Fiz meu dedo sumir dentro do meu cuzinho, entrando todinho. Mas meu
cuzinho queria mais, e então decidir tentar mais um dedo.
Joguei mais lubrificante e fui forçando dois dedinhos para
dentro. Que loucura! Quando entraram, eu revirei os olhos, de boca aberta, e
comecei a ir e vir lentamente. Era gostoso demais, sentia meu cuzinho se
contraindo, mordendo meus dedinhos. Uma dorzinha no fundo ia ficando cada vez
mais distante e dava lugar a um prazer dominador e perverso.
Meu corpo ardia em chamas e meu quarto já parecia pequeno
para segurar todo meu prazer. Com a outra mão, alcancei minha bucetinha
absolutamente ensopada e comecei a me masturbar. Era dedo no cu, dedo na
xereca. Meus olhos nem se abriam, de tanto prazer.
Senti aquele orgasmo chegando e foi avassalador. Minhas
pernas se descontrolaram, meu corpo se espremeu e minha buceta gozou
lindamente, enquanto meu cu ainda era penetrado por meus dedos. Foi um orgasmo
inesquecível! Me deixou sem ar e me fez molhar minha cama.
Fiquei ali deitada por um tempo, sem forças para nada.
Contemplando aquele delírio que foi gozar penetrando meu próprio cuzinho. Será
que eu já estava pronta para ele? Será que já era hora de realizar meu desejo?



Oi, lindos! Espero que gostem deste também.
Beijos em todos!

